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domingo, julho 13, 2014






Eu não sei como será o mês ou o ano que vem. Não sei como você vai me enxergar daqui a cinco anos, se vai me olhar com a mesma ternura de como quando nos conhecemos, se vai segurar minha mão quando perceber que tenho medo de alguma coisa. Na verdade, eu espero que o tempo não muda absolutamente nada, mas por dentro sei que a cada dia tudo tem a possibilidade de se transformar. Eu faço questão de lembrar, todos os dias, de todos os momentos bons que vivemos, pra deixá-los frescos em minha memória, caso alguma coisa aconteça comigo quando eu sair de casa pra ir trabalhar; faço questão de olhar com carinho pro nosso passado e pro nosso presente, sem precisar imaginar como será o futuro.

Mesmo tentando transpirar segurança para que todos vejam, no meu interior ainda existe uma voz que insiste em me dizer que nada pode ser tão perfeito quanto parece ser, que a qualquer momento as coisas podem desabar e eu ficar desamparada, sozinha. Eu confio em mim mesma, confio em você, confio em nós... Não confio nas surpresas ruins que o destino pode colocar no meio do nosso caminho. Sim, concordo que as coisas ruins, no fim, trazem boas experiências e lições para serem levadas pro resto da vida, mas não é tão fácil assim de se aceitar quando se trata de uma parte de mim que se tornou vital.

É assim que me refiro a nós dois, como um só. Você se tornou metade do meu pulmão, do meu coração, do meu cérebro... Se sumir, eu morro. Isso pode soar exagerado ou dramático demais, mas acredite em mim, não é, estou sendo singela.

Não faço planos e não gosto de idealizar demais, mas sei que se minha outra metade estiver aqui, do meu lado, estarei bem e viva.

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